Vamos falar de tabu??

Pílula do dia seguinte. Sim, aquela, a famosa pílula que equivale metade de uma cartela do anticoncepcional convencional.
Mas, o que mais sabemos sobre ela?
Como e quando podemos usá-la?
O que ela causa em nosso organismo?
O que acontece se tomá-la com certa frequência?

Essas são algumas das muitas perguntas a respeito da pílula do dia seguinte que encontramos com frequência por aí.

– A pílula é um método contraceptivo de emergência e não um anticoncepcional. Ou seja, quando houver acidentes – se a camisinha rompeu durante o sexo, por exemplo. Apesar de ser indicado seu uso exatamente após o ato sexual, ela pode ser ingerida até 3 dias (72 horas) depois, porém o seu efeito é reduzido a medida que o tempo passa. Ela é contra-indicada para mulheres hipertensas, obesas, com sérios problemas vasculares, hormonais ou de sangue!
– Seu uso deve ser feito de maneira pontual e não recorrente, pois pode ser que ela perca seu efeito. NÃO precisa de receita médica para comprá-la!
– A recorrência pode causar até infertilidade na mulher!
– Ela age em nosso organismo liberando uma onda de hormônios que impedem que o óvulo seja fecundado pelo espermatozoide!
– Existem métodos contraceptivos que sua ginecologista pode, com certeza, indicar 😉

Apesar de existirem outros métodos contraceptivos, a camisinha deve ser a “melhor amiga” do casal na hora da transa, porque além de ser um método contraceptivo, ela também previne a transmissão de DSTs!! É importante termos ciência disso também

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