#MulheresqueImpactam

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Hoje nosso #MulheresqueImpactam será coletivo e vocês já vão entender o porquê.

Estamos falando sobre as soldadoras que trabalharam duro enquanto seus pais, irmãos ou maridos estavam na Segunda Guerra Mundial.

Depois do bombardeio à Pearl Harbor, aproximadamente, 16 milhões de mulheres adentraram ao mercado de trabalho, sendo que 4 milhões delas trabalharam, especificamente, no setor de guerra. Os EUA estava se recuperando da Grande Depressão, então as jovens de 18 anos, entravam direto no setor de soldagem.

Elas construíam de tudo, de navios a submarinos. No final da Guerra, já estavam prestes a entregar o terceiro Boeing B-29 Superfortress (bombardeiro). 😱

Mas é claro, não foi nada fácil. Vamos lembrar que as mulheres – sempre – precisaram lutar para conquistar um lugar no mercado de trabalho, independente de qual fosse, então imaginem na guerra.

A primeira mulher que trabalhou nos estaleiros, fazia trabalhos como dimensionamento ou aderência. Depois de um tempo, as mulheres começaram de fato a fazer parte da força de trabalho “pesado”.

Mulheres como Zaddie Johnson, que se tornou líder de seu próprio time de soldagem, ficaram bem conhecidas; Outro exemplo, Florence “Woo Woo” DiTullio Joyce, conhecida com o a primeira construtora naval do estaleiro de Fore River.

Havia até um concurso para as soldadoras. O que contava para as soldadoras pontuarem era: velocidade, mão de obra e qualidade. Vera Anderson, de 19 anos, ganhou o concurso e ficou conhecida como “Soldadora Campeã do Mundo”.

Bacana, né?

#Informação #Suporte #União #ImpactoMulher

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